quinta-feira, 26 de novembro de 2015

RELATÓRIO

No dia 22 foi realizados as palestras a partir das 09 horas da manhã, começando com os professores, compondo a mesa, representante da Universidade Federal de Erechim RS.
Professores de geografia, representante da Agricultura, e mais dois professores. Cada um falou sobre as lutas constantes, para conseguir conquistar a educação do campo.
A 12horas os alunos e professores saíram para almoço. As 1:30 da tarde iniciou-se novamente com musicas mexicanas referente ao educação do Campo e no Campo. Em seguida fizeram o debate para o plenário, foram feitas perguntas para o pessoal da mesa, sobre as questões levantados por.
De noite os participantes foram dividido em grupos, para discutir e responder as questões. Mas não deu tempo, ficou para dia 23. De manhã os grupos começaram a se apresentar, até 11:30 depois parou para o almoço. As 1:30 deu o início de volta e se estendeu  até anoite.

Por volta das 10:00 horas deu se por encerado com muita alegria e muita emoção por parte dos organizadores do evento, alunos e professores.

domingo, 22 de novembro de 2015

TRAGETÓRIA DA MINHA VIDA

Eu nasci no Rio Grande do Sul em 12/03/de 1983, estudei até a quarta série, na escola de Bananeira, Município de Gramado dos Loureiros, onde os índios falavam 100% à língua materna, (kanhgág).
Eu mal conseguia falar o português porque meus pais não deixavam, eu e os meus irmãos falar a língua dos brancos, isso me prejudicou muito. Porque nos se mudamos para Pinhalzinho, Município de Planalto, RS.
Em Pinhalzinho comecei estudar na escola Cacique Sẽgre, ali sofria muito preconceito pelos alunos por não saber falar o português. Muitas vezes ficava a maior parte do tempo calado. Para não erar o que eu queria falar, mas devagarinho foi se integrando na turma.
Quando comecei falar as primeiras palavras em português, meu pai resolveu se mudar para Serrinha, Aldeia de Capinzal, município de Constantina. Onde estudei na Aldeia até a oitava série, por outro lado passamos, por várias dificuldades, porque meus pais mal ganhavam um salário mínimo por mês.
Mas em fim assim que terminei a oitava série, e fui estudar na cidade. Onde sofri muito com o preconceito também, por não saber falar o português, mas não só por causa disso, mas por ser índio mesmo. Mas graças ao meu pai resolveu voltar para Pinhalzinho.
 Logo que voltemos da Serrinha comecei trabalhar na Sadia de Chapecó SC, mas terminei o terceiro ano, do Ensino Médio. Depois de três anos eu parei de trabalhar porque era muito longe e sofria muito, por causa da distância. Mas isso não durou muito tempo porque casei e tive que trabalhar de novo, mas dessa vez na empresa Aurora.
Nessa mesma época consegui cursar pedagogia dois anos, mas eu parei porque o Cacique de Toldo Pinhal foi atrás de mim, para dar aula em kanhgág na Aldeia. A atualmente minha esposa, minha filha moram comigo na Aldeia. Faz dois anos que eu sou professor.
Atualmente ingressei na Universidade Federal Fronteira Sul,  estou cursando ciência da natureza, para adquirir novos conhecimentos na área da educação. Pretendo ser professor em outras escolas com a minha formação.



Daniel Cadete




terça-feira, 10 de novembro de 2015

                       PEC NÃO
        a flinge todo nossos direitos.
        lutaremos até o fim, e te-nho
        sertesa que vamos vencer, os 
        caras que querem tirar o que 
        é nosso por direito.    
            PEC NÃO GALERA!







             MUNA RÁRÁ JÉ
            EG TA NÉNU TO