MEUS AMORES
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
HISTÓRIA
DA MINHA VIDA
Eu
nasci no Rio Grande do Sul em 12/03/de 1983, estudei até a quarta série, na
escola de Bananeira, Município de Gramado dos Loureiros, onde os índios falavam
100% à língua materna, (kanhgág).
Eu
mal conseguia falar o português porque meus pais não deixavam, eu e os meus
irmãos falar a língua dos brancos, isso me prejudicou muito. Porque se mudamos
para Pinhalzinho, Municipio de Planalto RS.
Em
Pinhalzinho comecei estudar na escola Cacique Sẽgre, ali sofria muito
preconceito pelos alunos, por não saber falar o português. Muitas vezes ficava
a maior parte do tempo calado. Para não erar o que eu queria falar, mas
devagarinho foi se integrando na turma.
Quando
comecei falar as primeiras palavras em português, meu pai resolveu se mudar
para Serinha, Aldeia de Capinzal, município de Constantina. Onde estudei na
Aldeia, até a oitava série, por outro lado passemos, por varias dificuldade,
porque meus pais mal ganhavam um salário mínimo por mês.
Mas
em fim assim que terminei a oitava série, e fui estudar na cidade. Onde sofri
muito com o preconceito também, por não saber falar o português, mas não só por
causa disso, mas por ser índio. Mas graças ao meu pai resolveu voltar para
Pinhalzinho.
Logo que voltemos da Serrinha comecei
trabalhar na Sadia, de Chapecó SC, mas mesmo assim terminei o terceiro ano, do
Ensino Médio. Depois de três anos eu parei de trabalhar porque era muito longe
e sofria muito, por causa da distância. Mas isso não durou muito tempo porque
casei e tive que trabalhar de novo, mas dessa vez na empresa Aurora.
Nessa
mesma época consegui cursar pedagogia dois anos, mas eu parei porque o Cacique,
de Toldo Pinhal foi me procurar, para dar aula em kaingág na Aldeia. A
atualmente minha esposa, e minha filha moram com migo na Aldeia. Faz dois anos
que eu sou professor.
Atualmente
ingressei na Universidade Federal
Fronteira Sul: estou cursando ciência da natureza, para adquirir novos
conhecimentos na área da educação. Pretendo ser professor nas escolas, tanto no
campo e na cidade.
2
parte
A
educação é formada por dois aspectos;
Formal-
é ensinado nas escolas
Não
formal- é aquela educação que se adquire na igreja, no trabalho, na comunidade,
e organizações.
A
educação significa o meio em que os hábitos, costumes e valores de uma
comunidade são transferidos de uma geração para a geração seguinte. A educação
vai se formando através de situações presenciadas e experiências vividas por
cada indivíduo ao longo da vida.
As escolas que eu estudei tiveram os pontos
negativos, e positivos. Os pontos positivos foram: a valorização, apesar de eu
ser índio. Os pontos negativos foram; a descriminação, desvalorização, o modo
de falar, e o modo de se vestir, entre outras.
As diferenças de classe culturas diferente,
contribui para a desigualdade social, porque desigualdade social, acontece quando a distribuição de renda é feita de forma
diferente, sendo que a maior parte fica nas mãos de poucos. No Brasil a
desigualdade social é uma das maiores do mundo. Por esses acontecimentos
existem jovens vulneráveis hoje principalmente na classe de baixa renda, pois a
exclusão social os torna cada vez mais supérfluos e incapazes de ter uma vida
digna. Muitos jovens de baixa renda crescem sem ter estrutura na família,
devido a uma série de consequências causadas pela falta de dinheiro, sendo:
briga entre pais, discussões diárias, falta de estudo, ambiente familiar
precário, educação precária, más instalações, alimentação ruim.
O
fato é que, as autoridades são as principais causadoras desse processo de
desigualdade que causa exclusão e que gera violência. É preciso que pessoas de
alto escalão projetem uma vida mais digna, e com oportunidades de conhecimento
para pessoas com baixa renda, para que possam trabalhar e ter o sustento do
lar, entre pessoas que tem muito dinheiro, e outros não tem nada.
A
educação do campo tem contribuído mais para retirada das pessoas, do que tem
deixado, porque não tem oferecido condições adequadas para a sobrevivência de
cada endivido na comunidade. Tanto na saúde, educação e a comunicação. A
educação devia que analisar melhor as demanda, no campo e comparar com a realidade.
A
educação tem evoluído muito, porem ela deveria evoluir no campo também. Porque
há anos tem adquirido um conhecimento que tem prejudicado o nosso meio
ambiente.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
RELATÓRIO
No dia 22 foi
realizados as palestras a partir das 09 horas da manhã, começando com os
professores, compondo a mesa, representante da Universidade Federal de Erechim
RS.
Professores
de geografia, representante da Agricultura, e mais dois professores. Cada um
falou sobre as lutas constantes, para conseguir conquistar a educação do campo.
A 12horas os
alunos e professores saíram para almoço. As 1:30 da tarde iniciou-se novamente
com musicas mexicanas referente ao educação do Campo e no Campo. Em seguida
fizeram o debate para o plenário, foram feitas perguntas para o pessoal da
mesa, sobre as questões levantados por.
De noite os
participantes foram dividido em grupos, para discutir e responder as questões.
Mas não deu tempo, ficou para dia 23. De manhã os grupos começaram a se
apresentar, até 11:30 depois parou para o almoço. As 1:30 deu o início de volta
e se estendeu até anoite.
Por volta
das 10:00 horas deu se por encerado com muita alegria e muita emoção por parte
dos organizadores do evento, alunos e professores.
domingo, 22 de novembro de 2015
TRAGETÓRIA DA MINHA VIDA
Eu nasci no
Rio Grande do Sul em 12/03/de 1983, estudei até a quarta série, na escola de
Bananeira, Município de Gramado dos Loureiros, onde os índios falavam 100% à
língua materna, (kanhgág).
Eu mal
conseguia falar o português porque meus pais não deixavam, eu e os meus irmãos
falar a língua dos brancos, isso me prejudicou muito. Porque nos se mudamos
para Pinhalzinho, Município de Planalto, RS.
Em Pinhalzinho
comecei estudar na escola Cacique Sẽgre, ali sofria muito preconceito pelos
alunos por não saber falar o português. Muitas vezes ficava a maior parte do
tempo calado. Para não erar o que eu queria falar, mas devagarinho foi se
integrando na turma.
Quando comecei
falar as primeiras palavras em português, meu pai resolveu se mudar para Serrinha,
Aldeia de Capinzal, município de Constantina. Onde estudei na Aldeia até a oitava
série, por outro lado passamos, por várias dificuldades, porque meus pais mal
ganhavam um salário mínimo por mês.
Mas em fim
assim que terminei a oitava série, e fui estudar na cidade. Onde sofri muito
com o preconceito também, por não saber falar o português, mas não só por causa
disso, mas por ser índio mesmo. Mas graças ao meu pai resolveu voltar para
Pinhalzinho.
Logo que voltemos da Serrinha comecei trabalhar
na Sadia de Chapecó SC, mas terminei o terceiro ano, do Ensino Médio. Depois de
três anos eu parei de trabalhar porque era muito longe e sofria muito, por
causa da distância. Mas isso não durou muito tempo porque casei e tive que
trabalhar de novo, mas dessa vez na empresa Aurora.
Nessa mesma
época consegui cursar pedagogia dois anos, mas eu parei porque o Cacique de
Toldo Pinhal foi atrás de mim, para dar aula em kanhgág na Aldeia. A atualmente
minha esposa, minha filha moram comigo na Aldeia. Faz dois anos que eu sou
professor.
Atualmente
ingressei na Universidade Federal
Fronteira Sul, estou cursando
ciência da natureza, para adquirir novos conhecimentos na área da educação.
Pretendo ser professor em outras escolas com a minha formação.
Daniel Cadete
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
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